Ninguém mais sabe o que é o Loona. Mas elas estão aí, de Unit nova.

3/13/2017 0 Comments A+ a-


Após um mês de puro hype e informações que deixaram suas fanbases Ocidentais - e logo nós - tão perdidas quanto os fãs do Leandro Karnal com sua foto junto ao juiz Moro, a tal da Unit LOOΠΔ 1/3, com as três primeiras integrantes - Heejin, Hyunjin e Haseul -, com o acréscimo da nova menina, Vivi, finalmente debutou, com direito a seu primeiro Live Stage.

Confira:


E então Love&Live, title track do EP com mesmo nome:


Minha reação com o Loona começou a mil na incrível Vivid e foi decaindo com o tempo. Neste estágio atual, onde a formação não se encontra nem perto do final, não mais utilizo a palavra expectativa para seus releases. Observo de longe. As meninas são todas lindinhas - Haseul é minha nova favorita, como inferi ao reouvir algumas faixas e ver vídeos aleatórios delas no movimento canal - e a empresa está firme e forte ao ostentar tanto quanto o governo brasileiro, mas a qualidade sonora perdeu impacto, e logo, meu interesse.

Se tivesse alguma ansiedade para Love&Live, o cunho desta review seria quase que inteiramente pejorativo. É uma canção básica e tipicamente moderna, recheada de sintetizadores balanceando uma vibe mais melancólica e pueril pelos timbres das garotas. Não podemos taxá-la de Aegyo, mas é obviamente encaixada num contexto doce e ingênuo. A idade das integrantes possibilita isso, é claro, mas sonicamente, é preguiçosa e automática.

Porém, como não juntei expectativa, consigo tirar o positivo destas mesmas averiguações: o carisma das meninas é veloz em nos envolver pela já mencionada atmosfera suave e nostálgica que a melodia carrega. As belas locações em Hong Kong e, principalmente, na Nova Zelândia, são um show à parte e fazem jus às gurias. É uma excelente vista em todos os aspectos. 

Sobre a new member, pouco pode-se dizer. Por não ter recebido um vídeo só para si, fica complicado conhecer Vivi, e já que a colocaram como um androide na história atlética no MV, tendo de dividir espaço com as outras, que já possuem bagagem e doses relativas de biaísmo de acordo com o ouvinte, é difícil extrair suas qualidades. A estética inexpressiva não consegue sobrepujar e chamar atenção dos sorrisos carismáticos as outras. Falha na apresentação.
Tentando entender o que se passa na Blockberry.
O planejamento de Blockberry é um mistério, para não dizer uma bagunça, o que não contribui para o futuro do Loona. Sugiro não cingirem muita paixão ao ato, pois o sucesso não está correspondendo aos gastos.

O ideal é, afinal, adotar a passividade da espera.
Na fila do Churrasco.
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