Brave Girls se Consolidam como Rainhas do Summer Concept. Chupa, Sistar.

9/01/2016 0 Comments A+ a-


Se você acessar os sites Ocidentais referências do K-pop, neste momento, encontrará manchetes repetidas dizendo sobre o acidente de carro de Jackson, o braço machucado de alguém no EXO, a vitória de Lotto (CRUZES!) no M!Countdown, Soyeon do T-ara sendo mais lembrada que suas colegunhinhas pela primeira vez na carreira, graças a um suposto namoro com atleta japonês, e comentários de netizens sobre como Baekhyun e IU estão atuando mal em seu doraminha de época (como se alguém esperasse o contrário).

Ok, nada de novo no front. O grande acontecimento das últimas horas, entretanto, foi majestosamente ignorado e pouco considerado pela mídia capopeira. Estou falando, obviamente, do terceiro comeback do Brave Girls neste 2016.

Confira aí:



Sendo direto: que coisa ma-ra-vi-lho-sa! Brave Girls é, oficialmente, o primeiro ato a fazer 3 singles tragáveis e realmente bons no ano (EXO e Oh My Girl coul never (parênteses dentro de parênteses pra dizer que copiei o Bruno nesse jargão), e apenas Stellar e Gfriend parecem ter a possibilidade de igualar este feito).

Outro mérito é como as canções se diferem entre si, ao contrário, por exemplo, do que Gfriend faz (e eu prefiro e amo de coração as namoradinhas da Coreia, mas é fato que elas estacionaram num conceito). Deepened foi, talvez, a maior surpresa destes oito meses, vindo de um grupo que estava em hiato há quase 3 anos, sendo um PBR&B maduro e elegante, algo quase inacreditável como fruto do Brave Brothers (BB).

High Heels foi aquela farofona 2014 bem típica do produtor, mas com elementos mais agitados e pegando pesado no Sexy Concept, o que a torna basicamente um single retrógrado do AOA.


E chegando em Yoo-Hoo, é inegável que se trata de mais uma farofona, mas ao contrário de sua antecessora, ela abraça ainda mais o espírito de verão, tanto na melodia, quanto no MV extremamente clichê delas se divertindo em um clube aquático. As comparações com tudo que Sistar fez entre Loving U e Touch My Body são inevitáveis, mas as garotas bravas saem em absoluta vantagem pela conjuntura que apresentaram no ano, o que torna a track não repetitiva, ao contrário das supracitadas meninas da Starship, que ficaram anos se reciclando, sem contar que o refrão de Yoo-Hoo é algo simplesmente divino de tão viciante. Iniciar a música com os versos do clímax, ao invés de alguma intro ao estilo Brave Brothers, já é um indício de seu poder de grude.

Apesar da romanização dizer "yuhu neon naui", vamos admitir nossa nacionalidade BR e admitir que fica muito melhor com um "YuHu Omamaia", pois é isso que eu escuto, e é assim que eu canto. Nextel, esse é meu mundo.

Já disse diversas vezes e repito: mil vezes uma faixa que seja assumidamente simples, mas eficiente, do que uma presunçosa que almeja revolucionar o sistema, mas que não passa de uma chatice entediante. E Yoo-Hoo se encaixa perfeitamente na primeira colocação.


Após um ano tão consistente, talvez tenha até chegado a hora de dar uma chance e avançar o nível de admiração que sinto pelas Brave Girls, e o próximo degrau seria decorar o nome das integrantes, algo arriscado para se fazer com Nugus. De qualquer forma, ao menos uma eu tive de procurar, pois Yuna zerou a vida com esse cabelo:



2016 tem sido incrível pro BB, que entregou essa trilogia com as Brave Girls, mais Cry, com Stellar, e Someone Like U, do Dal Shabet. todas incríveis. O que nos resta é esperar que esse nível, no mínimo, se mantenha.

Yoo-Hoo!


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